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Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, entendia que o inconsciente é uma potente força que influencia os nossos comportamentos, emoções e pensamentos. O poder dos nossos desejos reprimidos e das nossas memórias constituem algo simplesmente extraordinário.
Freud foi um grande revolucionário em seu tempo e até hoje, seus conceitos reverberam pelo mundo inteiro, sendo amplamente utilizados por seus admiradores. Uma parte considerável, de fato, significativa do que está armazenado em nosso inconsciente, nos afeta, nos paralisa ou nos mobiliza para fins diversos.
Freud, o grande médico e psicanalista austríaco desempenhou um papel inestimável para a compreensão do comportamento humano a partir daquilo que está armazenado no inconsciente de cada indivíduo.
Muitos princípios apresentados por Freud possibilitam um rico diálogo com a Filosofia, Literatura, Neurociência, Comunicação, Política, Religião, Análise Comportamental e outras áreas do conhecimento humano.
Conhecer os conceitos da Psicanálise não dever ser algo exclusivo ao grupo dos psicanalistas. Todos podem se beneficiar das inúmeras descobertas de Freud!
O pensamento freudiano é uma ferramenta poderosa para a capacitação do ser humano. Freud e uma escola ilustre de psicanalistas que vieram a partir dele, ainda têm muito a contribuir para o desenvolvimento do mundo moderno.
Em um mundo cada vez mais competitivo é urgente a necessidade de aprendermos a ler pessoas por intermédio de seus comportamentos. Os nossos comportamentos dizem muito sobre quem somos e sobre o que nós queremos.
A Análise Comportamental vem ao encontro dessa necessidade de ler e de interpretar, pelo menos em parte, quem somos e o que nós queremos.
A leitura comportamental nos proporciona uma maior clareza de como aplicar, corrigir e potencializar os recursos intrapessoais e interpessoais que todos nós dispomos. Todos esses recursos, que são expressos por comportamentos herdados e aprendidos, podem ser vistos nos mais variados meios e contextos nos quais estamos inseridos.
Comportamentos são advindos da nossa herança filogenética, isto é, evolucionária e da nossa herança familiar e sociocultural, ou seja, ontogenética, que ocorre a partir das nossas vivências.
Portanto, estar mais bem adaptado aos constantes desafios do mundo moderno requer uma boa leitura (análise) dos comportamentos.
A nossa leitura das pessoas (comportamentos) é possível com o auxílio da Análise Comportamental, que envolve a compreensão de como reagimos a estímulos e o entendimento de como agimos frente as mais variadas situações ao nosso redor.
Jota (nome fictício) foi contratado por causa dos seus diversos certificados e habilidades técnicas. Entretanto, depois de seis meses (história fictícia), Jota foi demitido em decorrência de seu comportamento, em razão de sua baixa Inteligência Emocional.
O nome Jota é um nome fictício, bem como a sua demissão. Mas, sabe o que não é fantasia, o que não é ficção, e, sim, pura realidade? Se você respondeu que são os problemas causados pela falta de equilíbrio emocional, pela falta de percepção emocional, você acertou!
Conhecer nossas emoções, saber nomeá-las, constitui-se numa tarefa cada mais necessária em nossas dinâmicas sociais. Raiva, angústia, medo, alegria e simpatia, são apenas algumas das dezenas de emoções que poderiam ser elencadas.
Através do autoconhecimento, da automotivação, do reconhecimento das emoções das outras pessoas e das nossas próprias emoções, em níveis crescentes de aprendizagem, nos aprofundaremos na Inteligência Emocional.
Por onde começar? O que procurar aprender? Se você possui interesse nesse campo ou área do conhecimento humano, você está no lugar certo!
Saiba que entender mais sobre as próprias emoções e motivações é uma das grandes exigências do mercado de trabalho, o que pressupõe a inserção na coletividade, e a exigência de indivíduos que almejam conhecer melhor a si mesmos.
Desde o início da década de 1970, quando surgiu na Califórnia, a Programação Neurolinguística (PNL) tem agregado valores inestimáveis ao processo de desenvolvimento humano.
Em síntese, a PNL aborda e estuda a elaboração (programação) cerebral (neuro) da linguagem (linguística) aplicada em diversos contextos da nossa experiência interna.
É basilar conhecermos mais do nosso próprio funcionamento e das nossas experiências internas, a fim de ampliarmos as nossas possibilidades de crescimento.
A PNL, ao permitir que tenhamos uma compreensão mais acurada do nosso funcionamento interno, nos oferece uma gama substancial de oportunidades de ressignificação e reatualização dos nossos conteúdos mentais.
Por intermédio da Programação Neurolinguística é possível obtermos um gerenciamento mais eficiente de pensamentos e de emoções e a demonstração de atitudes mais assertivas, que são apenas alguns dos inúmeros benefícios advindos da PNL.
Uma das maiores contribuições da PNL é o aporte de valores diversificados de aprendizagem, que podem ser conectados na modelagem de identidades mais resilientes.
Poucos recursos são tão eficientes para o desenvolvimento quanto a fantástica ferramenta da PNL. Ferramenta que oportuniza construir e ao mesmo tempo ser construído dentro de um cenário de exigências individuais e coletivas cada vez maiores.
A Psicologia Analítica, também conhecida como Psicologia Junguiana, tem como seu fundador o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung. O notável Carl Jung é considerado por muitos estudiosos uma das mentes mais brilhantes do século XX. Jung deixou um legado precioso para as ciências comportamentais, principalmente, aquilo que ele denominou de inconsciente coletivo da humanidade.
As contribuições de Jung para a humanidade são aplicáveis não apenas na psicoterapia, mas, também em estudos da consciência e do desenvolvimento humano.
Apesar de Carl Jung ter se dedicado intensamente ao estudo do inconsciente, uma de suas das obras mais importantes, Os Tipos Psicológicos, por exemplo, é considerada até hoje um dos trabalhos mais importantes sobre a psicologia da consciência.
A Psicologia Analítica pode ser considerada, com toda a sua gama de aplicações, uma das áreas mais magnetizantes e interessantes do saber da humanidade de todos os tempos!
O processo de individuação, outra magnífica contribuição de Jung, diz muito sobre a multiplicidade das aplicações dos ensinamentos de Carl Gustav Jung.
Saber mais sobre si mesmo e sobre quem está ao nosso lado não é uma tarefa fácil. No entanto, ao utilizarmos o arcabouço teórico da Psicologia Junguiana, esta tarefa se torna mais acessível e extremante enriquecedora.
Você já ouviu falar da Ciência da Felicidade? Talvez, você a conheça por outro nome, como Psicologia Positiva. A Ciência da Felicidade é um dos mais recentes campos dentro da Psicologia que foca nos elementos que trazem bem-estar para as pessoas.
É claro que ser feliz não quer dizer que não teremos problemas ou dificuldades na vida. Ser feliz é algo variável de pessoa para pessoa.
Por esta razão, a Ciência da Felicidade nomeia a felicidade de bem-estar subjetivo, porque cada um de nós possui a sua própria percepção do que é a FELICIDADE!
A felicidade para a Psicologia Positiva é um estado de plenitude que contém cinco elementos: Emoções Positivas; Engajamento; Relacionamentos Positivos; Propósito de Vida e Conquista.
Ser treinado ou capacitado na compreensão do que traz bem-estar subjetivo é mais do que importante, é indispensável para todos nós. Quem sabe o que lhe faz ou o que o torna feliz amplia consideravelmente sua qualidade de vida emocional.
Qualidade de vida é uma condição que deve ser trabalhada por todos os seres humanos que estão engajados com o seu crescimento e com o bem-estar da humanidade.
Portanto, a Ciência da Felicidade é mais do que um conjunto de conceitos, ela é uma oportunidade de crescimento rumo ao bem-estar, de forma sólida e consistente. A felicidade é para todos, do mesmo modo que o Sol nasce para todos!
Também conhecidas como Soft Skills, as People Skills são competências comportamentais e socioemocionais de alta performance. São habilidades passíveis de serem aprendidas e aperfeiçoadas, portanto, melhoradas.
Existem também as Hard Skills (diplomas, cursos, treinamentos, etc.), que são habilidades técnicas quantificáveis, ou seja, podem ser contabilizadas e parametrizadas. Já as habilidades comportamentais e socioemocionais por serem subjetivas são qualificáveis, sendo, portanto, difíceis de serem medidas.
Apesar de não serem quantificáveis, as People Skills não devem ser deixadas de lado, em segundo plano. Ao contrário, elas devem ser buscadas e aperfeiçoadas com esmero, devido seu alto grau de aplicabilidade, nos níveis pessoal e profissional.
Oratória, inteligência emocional, empatia, colaboração e tantas outras habilidades, figuram na galeria das estrelas das competências a serem conquistadas para a excelência profissional.
Todas estas competências elencadas e tantas outras que poderiam ser citadas devem ser trabalhadas numa perspectiva crescente, ou seja, de desenvolvimento.
Deste modo, a partir de uma visão holística de si mesmo e do próprio mundo, todo indivíduo, ao atender a profunda necessidade de um avanço em suas competências socioemocionais, poderá contribuir para o seu crescimento e da também da humanidade.
O corpo humano é constituído por diversos sistemas que nos conferem o status de uma das mais complexas máquinas orgânicas da natureza. Dentre os inúmeros sistemas que formam o corpo humano, destaca-se o Sistema Nervoso.
É sobre o Sistema Nervoso, responsável por uma verdadeira rede de comunicações do organismo, que a Neurociência aplica seus esforços a fim de melhor compreendê-lo.
Compreender o Sistema Nervoso e suas relações com a nossa vida, de um modo geral, é uma importante ferramenta para o nosso desenvolvimento pessoal.
Os estudos neurocientíficos, de modo interdisciplinar, têm alcançado notáveis avanços junto à biologia, química, medicina, matemática, linguística, engenharia, física, ciência da computação e tantas outras disciplinas.
A Neurociência também tem se desdobrado em grupos ou áreas específicas emergentes do seu próprio campo, como, por exemplo: Neurociência Comportamental, Neurociência Cognitiva, Neurofisiologia, Neuroanatomia e Neuropsicologia.
As descobertas de dezenas de neurocientistas ao redor do mundo constituem-se num dos ativos mais importantes do saber humano em todos os tempos.
Investir tempo e recursos em estudos neurocientíficos é, sem a menor sombra de dúvida, um dos melhores caminhos para a conquista ou a ampliação do próprio desenvolvimento.
Nunca foi tão necessário saber ouvir e falar (com eficácia e empatia) como agora, em nossos dias, para que os atritos resultantes da comunicação ineficaz sejam evitados ou solucionados.
Conflitos, mal-entendidos, disputas e desavenças, ainda são bastante comuns em inúmeros níveis de nossas relações humanas.
Seja em casa, no trabalho, em grupos religiosos ou sociais, as batalhas em torno da comunicação, ou melhor dizendo da falta dela, são muito recorrentes entre nós.
Para evitarmos os resultados da comunicação não produtiva, da comunicação violenta, da comunicação não eficaz, se faz necessário aprendermos um caminho para irmos além da assertividade e alcançarmos a própria Comunicação Não-Violenta.
A CNV, sigla para Comunicação Não-Violenta, pode ser compreendida como um caminho crescente de comunicação relacional, que objetiva a eficácia e a empatia nos intercâmbios comunicacionais.
Desenvolvida por Marshall Rosenberg, psicólogo norte americano, a CNV traduz e ao mesmo tempo procura elevar a contínua humanização da comunicação.
A CNV é um caminho de comunicação capaz de mudar os rumos das nossas relações pessoais. A CNV é indispensável, não somente como uma ferramenta de resolução de conflitos, mas, sobretudo, como um instrumento de prevenção deles.
Em sua etimologia, o termo Filosofia traz a ideia de amor ao conhecimento ou o amor pela sabedoria. A existência humana, a mente, os valores morais, o mundo e o Universo, são temas recorrentes e essenciais deste campo do saber humano.
O filósofo é aquele que – seja por formação ou por vocação – é um inquiridor insaciável, que busca pela razão, a compreensão de si, do outro, de tudo...
É nesta insaciabilidade por respostas que se fundamenta a atitude filosófica; atitude esta que oportuniza uma compreensão crítica acerca do mundo e dos homens.
O filósofo, por mais ávido que seja pela busca de respostas, jamais arroga para si a posição de dono da razão, ou senhor do conhecimento. Ao contrário, o amor pela sabedoria é trilhado pelas calçadas da humildade e do autoconhecimento.
Ao encontrar as respostas que busca, o amigo da sabedoria se coloca à serviço da própria humanidade. O amigo da sabedoria se torna um arauto que proclama o desenvolvimento da coletividade e a crescente iluminação da família humana.
Por intermédio de uma atitude filosófica (acessível a todas as pessoas) a vida se torna mais prazerosa e imbuída de significado e de propósito.
Tornar a Filosofia uma ponte de aproximação para as pessoas é um grande desafio, mas, ao mesmo tempo, também é uma grande oportunidade para a aprimoração e para o desenvolvimento humano.